18/03/08
07/03/08
Uma Carta para Garcia - Elbert Hubbard
Será como levar uma mensagem a Garcia.
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Victor Figueiredo
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10:42 a.m.
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28/02/08
O Triunfo dos Porcos
George Orwell sempre manifestou uma consciência política e uma visão muito fora do comum. Se no livro 1984, apresenta um mundo governado por ditaduras que chamaria alucinantes, uma ideia que já esteve mais afastada do nosso mundinho rectangular, em O Triunfo dos Porcos (Animal Farm) cria uma fábula mordaz de alcance incrível, com uma sociedade de animais, uma quinta, uma revolução..., grandes ideias..., às quais se seguem grandes mobilizações e consequentes acções.
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Victor Figueiredo
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5:52 p.m.
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29/01/08
LAMBE-BOTAS - substantivo composto; 2 géneros e 2 números
Mário Soares em 29/01/2008, no D.N.
«...os lambe-botas e os maldizentes. Os "lambe-botas" são os que estão atentos aos sinais do poder, sejam quais forem - político, económico ou cultural - para, em genuflexão, colherem umas migalhas que caiam do poder. Às vezes migalhas, outras grandes benesses, conforme o jeito e o estatuto dos artistas da genuflexão.»
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Victor Figueiredo
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2:46 p.m.
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19/12/07
Vladimir Putin
Eis Vladimir Putin como personalidade do ano 2007 escolhido pela revista Time. Por ter recolocado a Rússia num lugar cimeiro do tabuleiro de xadrez mundial, Putin vê assim a sua foto na capa da revista mais conhecida do mundo.
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Victor Figueiredo
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5:13 p.m.
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14/12/07
Referendo popular ou ratificação parlamentar?
A grande maioria dá a mesma resposta e esta provém do quase total desconhecimento do conteúdo do documento, que demonstram com desembaraço, ironia e desdém.
Nos media tem-se falado muito sobre o que anda em redor do assunto, mas o essencial não é focado. Entre todo o folclore retêm-se escassas informações sobre a perda do peso dos países médios e pequenos em detrimento dos mais importantes e mais populosos. E o mais espantoso nisto tudo é a passividade manifestada acerca da eminente diminuição do nosso poder na U.E.
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Victor Figueiredo
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12:42 p.m.
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08/11/07
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
No parlamento segue o debate, o duelo (sentido individual) ou batalha (no colectivo), pela melhor performance discursiva, pela demonstração do brilho retórico que culmina na defesa da honra ao invés de se iniciar e terminar no orçamento de estado para 2008, cujas opções nos preocupam mais do o verbo de belo efeito.
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Victor Figueiredo
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12:05 p.m.
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12/09/07
Hipocrisia
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Victor Figueiredo
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4:04 p.m.
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12/07/07
As mesmas chefias que abriram processos disciplinares e suspenderam funcionários seus subordinados, com o apoio mais ou menos silencioso dos respectivos ministros, deveriam ser as mesmas a abrir igual processo ao funcionário que proferiu este comentário jocoso (*), a uma professora que pediu a reforma antecipada por ser portadora de doença oncológica grave.
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Victor Figueiredo
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11:58 a.m.
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27/06/07
o XPTO
Mesmo alguns dos blogues generalistas não arriscaram ir mais fundo no tema, não lhe dedicando além de umas parcas linhas. O mesmo se estendeu aos comentários.
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Victor Figueiredo
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11:38 a.m.
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14/06/07
1984, GEORGE ORWELL
Nota: a publicação que li é a do lado - colecção Mil Folhas, do Público.
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Victor Figueiredo
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12:38 a.m.
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29/05/07
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil
À hora do cafezinho da manhã, mais uma vez aprendi com a sabedoria popular, que no caso, veio-me iluminar acerca da justificação para a cara feia do céu nestes últimos dias e nos próximos:“A água para regar, é o Abril e o Maio que a há-de dar”. É que nem penso mais no assunto.
Cumprindo-se este vaticínio proverbial, à semelhança do ano transacto, haverá uma influência favorável contra incêndios florestais, e percebendo ou não da poda, o ministro caloiro vai sair consagrado do ano 2007 tal como sucedeu em 2006 à actual estrela emergente para a Câmara de Lisboa.
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Victor Figueiredo
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11:30 a.m.
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25/05/07
falar sem medo (falar prá frente)
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Victor Figueiredo
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11:11 a.m.
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22/05/07
Big Brother is Watching You
Hoje, depois de almoçar no sítio do costume, na hora de pagar o "estalajadeiro" desfere-me um comentário brejeiro e descarado acerca do pouco habitual peso da comida que eu acabara de consumir…; logo a seguir à entrada do “calvário” laboral, estando eu de cigarro na mão – coisa que nem faço muito -, sai outro golpe em denúncia da boca de um colega…
Depois destes "pitorescos" acontecimentos, ao olhar por exemplo, para a disfunção da RTP e lembrando-me dos telefonemas ministeriais no caso da licenciatura, ocorreu-me no momento – não sei porquê - a ideia de uma crescente ameaça à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa, ao bem estar individual e claro, à liberdade de pensamento.
Era só o que faltava: em cada esquina um olhar atento e vigilante, em cada canto reflexos dos Ministérios da Verdade e do Amor cada vez menos ocultos.
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Victor Figueiredo
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3:57 p.m.
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20/05/07
assessores de vereadores
José Sá Fernandes (!) que o diga. Vereador a meio-tempo e sem pelouro, só no seu gabinete estavam 11 assessores.
Afinal, o tal que agita a bandeira da ética na CML (a quem tiro o chapéu no caso BragaParques), esgotou o número máximo de auxiliares indispensáveis e imprescindíveis à assessoria, em número indicado (e abençoado) por Carmona, acabando o independente eleito pelo Bloco, por afinar pelo mesmo diapasão...
Agora, em campanha para as intercalares, diz que nesta área vai defender a moralização da autarquia... Agora...! Depois de ter perdido a oportunidade exemplar de não esgotar essas benesses da vereação, fazendo jus ao que tanto apregoa; ele e o BE...
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Victor Figueiredo
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11:18 p.m.
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15/05/07
O mesmo lado da barricada
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Victor Figueiredo
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9:55 a.m.
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10/05/07
É para levantar a Câmara, ou não?
Helena Roseta prestou um excelente serviço à Ordem dos Arquitectos e à arquitectura. Como toda a gente sabe, deu a César o que é de César. E isso foi conseguido com competência própria e peso político.
Roseta, agora entregou o cartão de militante ao PS e vai-se candidatar à Câmara de Lisboa como independente. Ficou claro que o pretende fazer afastada da sombra dos partidos políticos, e na bagagem leva a experiência da autarquia de Cascais e uma mão-cheia de convicções. À partida, acredito nesse tipo de projectos que se desmarcam da linha de Gondomar/2005 e Oeiras/2005, entre outros...
É óbvio que para tal empreitada irá renunciar ao mandato como bastonária.
O seu desígnio à frente da Ordem terminou. É uma técnica que já é da velha guarda, os desafios são outros e a altura é certa para alguém mais jovem e com outro perfil.
Por isso, não percebo tanta algazarra. Perdeu com todas estas andanças algum mérito e rodagem nos últimos dias, e preferem, nesse caso, o Fontão de Carvalho? Ou, noutra análise, o Ricardo? hã?
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Victor Figueiredo
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12:34 p.m.
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15/04/07
Conclusão: nesses dois aspectos Sócrates tem que começar a bater a bola mais baixinho. Perdeu autoridade e deixou de parecer um primeiro-ministro intocável. É agora aquilo que sempre foi: igual a todos nós, portugueses.
(apêndice: o homem, ao que parece, mantém o lugar no quadro da Câmara da Covilhã, porque em 2000 segundo disse o presidente daquela câmara, o PM apresentou o diploma da UnI na expectativa de uma requalificação de carreira, ou seja da carreira técnica passaria para a de técnico superior com a dita licenciatura. O homem é fino que nem um alho. Enquanto anda nestas andanças politiqueiras de Lisboa, mantém seguro o lugar dele na C.M.C. sem, no entanto, descurar as progressões. E diz ele que, nunca quis exercer engenharia, porque gosta de coisas mais abstractas, e que não tivesse sido o pai teria seguido filosofia! Então para quê manter o lugar de técnico na Câmara?
apêndice 2: Vai daí, Sócrates também frequentou Direito na Lusíada entre 1987 e 1993, matriculando-se nuns anos e noutros não, sem contudo ter feito qualquer exame.)
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Victor Figueiredo
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9:37 p.m.
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12/04/07
Sócrates em entrevista
Com todas as perguntas feitas e as que ficaram por fazer. Estas últimas tão ou mais importantes.
Os entrevistadores? Estiveram fracos, dóceis, com ritmos diferentes. Uma Flor Pedroso desinformada, e um J.A.C. sem afinco. A coisa arrefeceu pouco a pouco, até o PM se sentir como peixe na água; quando dei conta já gesticulava como quem estivesse no parlamento.
É pena, porque deixaram de aprofundar questões como: a entrega tardia do certificado do ISEL e a "cega" aceitação por parte da UnI, a pós-graduação(?) em engenharia sanitária, a contradição de títulos declarados na Assembléia por parte do deputado J. Sócrates em dois anos seguidos(1992 e 1993, salve o erro), depois corrigidos à pressão pelo próprio. Enfim, hábil e pouco convincente...
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Victor Figueiredo
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10:38 a.m.
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27/03/07
OTA, OTA, OTA e mais OTA
Mas isso já toda a gente sabia!...
Fala-se tanto dos valores da obra, que até nem é complexa - dizem -, mas não falam no valor dos estudo$.
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Victor Figueiredo
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12:16 a.m.
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