deu-me para isto..., Newton é parte culpada
Depois de andar aqui às voltas num exercício que envolveu legislação demandada pelas políticas energéticas da U.E., na economia de recursos - bens tão escassos no nosso país, como até há uns anos dizia quem espantosamente ignorava por completo a contribuição solar... -, dizia eu, que um delírio me atingiu colocando-me de repente na pele dessas grandes mentes da ciência quando buscavam formas revolucionárias de produção energética, que garantissem sem grandes custos e sem grandes esforços, o movimento de um determinado corpo. E já agora, no campo teórico, um movimento infinito.Há experiências e teses verdadeiramente mirabolantes, que eu nem me atrevo a explaná-las aqui. Contudo, quero dar visibilidade à recorrente gravura do movimento perpétuo, tão bela que é, pelo seu equilíbrio e pelo ideal de perfeição, mas sobretudo pelo estímulo que dá ao mais básico e empírico que no ser humano existe: a sensação de que a cadência nunca mais pára; nunca mais pára até..., até ao momento que somos atingidos na cabeça por uma maçã e logo nos ocorre a Lei da Gravitação Universal. Lei essa que fundamenta e explica a existência de uma força na direcção e sentido do centro de massa da terra - que é o peso próprio dos corpos.
Kaputt! Pés outra vez assentes na terra.


